Resgatar a autoridade dos órgãos públicos sanitários, principalmente de suínos, nos Estados. Este foi o principal objetivo do ”Seminário sobre Programa Nacional e Estadual de Sanidade Suídea”, realizado na Bienal em Cuiabá-MT, nos dias 23 e 24 de agosto.
Treinamento sobre PNSS
Redação SI (03/09/07) – E a meta foi cumprida. A avaliação é do diretor de mercado interno, da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora da Carne Suína, Abipecs, Jurandi Machado, e compartilhada com a diretoria da Acrismat.
Segundo Machado a questão sanitária e o desenvolvimento e efetivação de programas de sanidade nos Estados, antecede o alcance a novos mercados. "Não adianta ser campeão em produtividade, e não ter certificação sanitária, o mundo inteiro hoje não vacina mais, pois as doenças em determinados paises foram erradicadas, e nós temos que seguir essa direção também. Mas só conseguiremos isso com sucesso na área de sanidade animal", defendeu.
Para estimular e difundir a importância da autoridade que ao longo de quatro anos a Abipecs desenvolve junto as secretarias de agricultura dos Estados, nos últimos anos com foco na régião sul do País, o trabalho da aplicação do Plano Nacional de Sanidade Suína, PNSS.
Leia também no Agrimídia:
- •Suíno vivo acumula queda histórica de 32,8% em 2026 e atinge menor patamar da série iniciada em 2002
- •Preços de suínos caem no Reino Unido com avanço da produção e pressão nos custos
- •Produção suína na Alemanha cobra €200 milhões por ano para cumprir novas regras de bem-estar animal
- •Rebanho suíno no Brasil avança e pode chegar a 53 milhões de cabeças até 2030
Machado ainda adianta que apesar das oscilações do mercado externo, e das campanhas internas emergentes de estimulo a consumo de carne suína no país, as empresas produtoras e exportadoras de carne suína mantém todo seu sistema de produção voltado a exportação. "As empresas sabem que o país tem mercado em potencial, sabem que há consumidores, mas toda a sua logística é direcionada a exportação, isso deve mudar um dia, mas levará tempo", prevê o diretor.
Nas previsões de Jurandir Mato Grosso está um passo a frente pra conquistar mercados potenciais como Estados Unidos, México, Coréia do Sul e Norte, Japão e China. "Este estado tem produção tecnificada e trabalha com alta tecnologia, agora se trabalhar a questão sanitária tem tudo pra alcançar novos países", endossou.




















